Nathalie Bohm, In Aeternum, 2015, fotografia digital, 45 cm x 30 cm, dipticos.

Nathalie Bohm, In Aeternum, 2015, fotografia digital, 45 cm x 30 cm, dipticos.

Nathalie Bohm, In Aeternum, 2015, fotografia digital, 45 cm x 30 cm, dipticos.

Nathalie Bohm, In Aeternum, 2015, fotografia digital, 45 cm x 30 cm, dipticos.

Nathalie Bohm, In Aeternum, 2015, fotografia digital, 45 cm x 30 cm, dipticos.

Nathalie Bohm, In Aeternum, 2015, fotografia digital, 45 cm x 30 cm, dipticos.

Nathalie Bohm, In Aeternum, 2015, fotografia digital, 45 cm x 30 cm, dipticos.

Nathalie Bohm, In Aeternum, 2015, fotografia digital, 45 cm x 30 cm, dipticos.

Nathalie Bohm, In Aeternum, 2015, fotografia digital, 45 cm x 30 cm, dipticos.

Nathalie Bohm, In Aeternum, 2015, fotografia digital, 45 cm x 30 cm, dipticos.

Nathalie Bohm, In Aeternum, 2015, fotografia digital, 45 cm x 30 cm, dipticos.

Nathalie Bohm, In Aeternum, 2015, fotografia digital, 45 cm x 30 cm, dipticos.

In Aeternum

Qual a melhor maneira de ouvirmos a voz dos fantasmas?
Primeiro, admitindo sua existência.
Assim como no caso dos fantasmas, é preciso, por vezes, crer na imagem para poder ouvir o que ela tem a dizer. Ainda que, em tempos de excesso de produção e manipulação das imagens, nossa confiança se perca um pouco.

Serie de 12 images

  • Premio Mundie de Fotografia 2016
    Ensaio/ Serie